Radar de Motos / Panorama da moto de trabalho

A moto de trabalho no Brasil: quanto custa, quanto rende e quais modelos os entregadores compram

Na varredura de 26 de setembro de 2026, a moto de trabalho do meio do mercado pede R$ 16,9 mil, tem 38 mil km e ano-modelo 2023. O IBGE mediu R$ 11,4 por hora para motociclistas de aplicativo em 2025, e a Fenabrave registrou 559 mil emplacamentos destes modelos de janeiro a agosto de 2026.

Retrato de 26 de setembro de 2026, atualizado toda semana · 9.030 anúncios válidos de 10.855 · renda: IBGE 2025 · emplacamentos: Fenabrave, Ed. 284 · gasolina: ANP, semana de 20/09 a 26/09/2026

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Qual é o retrato da moto de trabalho hoje?

9.030 anúncios válidos de CG 160, NXR Bros 160, Factor 150 e Crosser 150, de 150 a 160 cc, na varredura de 26/09/2026. Preço, km e ano são a mediana, nunca a média.

9.030
Anúncios válidosde 10.855 no recorte
R$ 16,9 mil
Preço pedido medianometade pede mais, metade menos
38 mil km
Km medianoano-modelo do meio: 2023
R$ 11,4
Rendimento por horamotociclistas de aplicativo, IBGE 2025

Anúncios: Radar de Motos, varredura de 26/09/2026. Renda: IBGE, PNAD Contínua 2025 (3º trimestre). Cada bloco abaixo traz a própria fonte e a própria data.

Quanto custa uma moto de trabalho usada?

O preço pedido mediano é R$ 16,9 mil, e ele cai com a idade da moto: R$ 21,9 mil para as 2026 e R$ 11,4 mil para as 2014, segundo os anúncios da varredura de 26/09/2026. Honda NXR Bros 160 é o modelo com a mediana mais alta (R$ 19,4 mil) e Yamaha Factor 150 o de mediana mais baixa (R$ 14,5 mil).

Preço pedido mediano por ano-modelo anos com pelo menos 15 anúncios
  1. 2026505 anúncios
    R$ 21,9 mil4,1 mil km de mediana
  2. 20251.168 anúncios
    R$ 20,5 mil10 mil km de mediana
  3. 20241.593 anúncios
    R$ 18,5 mil25 mil km de mediana
  4. 20231.509 anúncios
    R$ 17,5 mil37,5 mil km de mediana
  5. 20221.159 anúncios
    R$ 16,5 mil43 mil km de mediana
  6. 2021645 anúncios
    R$ 15,5 mil52 mil km de mediana
  7. 2020583 anúncios
    R$ 14,9 mil58,4 mil km de mediana
  8. 2019509 anúncios
    R$ 14,8 mil63 mil km de mediana
  9. 2018506 anúncios
    R$ 13,5 mil70 mil km de mediana
  10. 2017362 anúncios
    R$ 14 mil74 mil km de mediana
  11. 2016297 anúncios
    R$ 13,5 mil76 mil km de mediana
  12. 2015173 anúncios
    R$ 13 mil86 mil km de mediana
  13. 201420 anúncios
    R$ 11,4 mil93,3 mil km de mediana
Os quatro modelos na varredura de 26/09/2026: anúncios válidos, preço, km e ano do meio.
ModeloAnúncios válidosPreço medianoKm medianoAno-modelo% da FIPE
Honda CG 160 3.330 R$ 16,5 mil 35 mil km 2023 102,5%
Honda NXR Bros 160 2.585 R$ 19,4 mil 36,7 mil km 2023 101,2%
Yamaha Factor 150 1.569 R$ 14,5 mil 41 mil km 2023 98,2%
Yamaha Crosser 150 1.546 R$ 17 mil 42,8 mil km 2022 100,8%

Em que faixa de preço estão os anúncios?

  1. Até R$ 10 mil
    1%90 anúncios
  2. De R$ 10 mil a R$ 15 mil
    28%2.565 anúncios
  3. De R$ 15 mil a R$ 20 mil
    51%4.618 anúncios
  4. De R$ 20 mil a R$ 25 mil
    18%1.607 anúncios
  5. Acima de R$ 25 mil
    2%150 anúncios

Procura uma moto pagando menos que a tabela? Veja a lista de motos de trabalho abaixo da FIPE, com preço, km e cidade.

A moto de trabalho perde valor rápido?

A tabela FIPE destes modelos quase não se mexeu de setembro de 2025 a agosto de 2026: a variação mediana vai de -0,5% na Honda CG 160 a -3,6% na Yamaha Crosser 150. O gráfico mostra a mediana da tabela de cada modelo, sobre a mesma cesta de versões e anos nos 12 meses, para a linha não mudar só porque a lista de versões mudou.

R$ 14 milR$ 15 milR$ 16 mil Honda CG 160, setembro de 2025: R$ 14.722Honda CG 160, outubro de 2025: R$ 14.828Honda CG 160, novembro de 2025: R$ 14.831Honda CG 160, dezembro de 2025: R$ 14.744Honda CG 160, janeiro de 2026: R$ 14.631Honda CG 160, fevereiro de 2026: R$ 14.558Honda CG 160, março de 2026: R$ 14.701Honda CG 160, abril de 2026: R$ 14.609Honda CG 160, maio de 2026: R$ 14.755Honda CG 160, junho de 2026: R$ 14.896Honda CG 160, julho de 2026: R$ 14.746Honda CG 160, agosto de 2026: R$ 14.913Yamaha Factor 150, setembro de 2025: R$ 13.464Yamaha Factor 150, outubro de 2025: R$ 13.413Yamaha Factor 150, novembro de 2025: R$ 13.618Yamaha Factor 150, dezembro de 2025: R$ 13.549Yamaha Factor 150, janeiro de 2026: R$ 13.703Yamaha Factor 150, fevereiro de 2026: R$ 13.516Yamaha Factor 150, março de 2026: R$ 13.320Yamaha Factor 150, abril de 2026: R$ 13.503Yamaha Factor 150, maio de 2026: R$ 13.632Yamaha Factor 150, junho de 2026: R$ 13.548Yamaha Factor 150, julho de 2026: R$ 13.533Yamaha Factor 150, agosto de 2026: R$ 13.312Honda NXR Bros 160, setembro de 2025: R$ 15.934Honda NXR Bros 160, outubro de 2025: R$ 15.926Honda NXR Bros 160, novembro de 2025: R$ 15.920Honda NXR Bros 160, dezembro de 2025: R$ 15.956Honda NXR Bros 160, janeiro de 2026: R$ 15.878Honda NXR Bros 160, fevereiro de 2026: R$ 15.965Honda NXR Bros 160, março de 2026: R$ 15.819Honda NXR Bros 160, abril de 2026: R$ 15.558Honda NXR Bros 160, maio de 2026: R$ 15.681Honda NXR Bros 160, junho de 2026: R$ 15.801Honda NXR Bros 160, julho de 2026: R$ 15.636Honda NXR Bros 160, agosto de 2026: R$ 15.470Yamaha Crosser 150, setembro de 2025: R$ 15.226Yamaha Crosser 150, outubro de 2025: R$ 15.382Yamaha Crosser 150, novembro de 2025: R$ 15.387Yamaha Crosser 150, dezembro de 2025: R$ 15.236Yamaha Crosser 150, janeiro de 2026: R$ 14.941Yamaha Crosser 150, fevereiro de 2026: R$ 14.892Yamaha Crosser 150, março de 2026: R$ 14.755Yamaha Crosser 150, abril de 2026: R$ 14.739Yamaha Crosser 150, maio de 2026: R$ 14.551Yamaha Crosser 150, junho de 2026: R$ 14.541Yamaha Crosser 150, julho de 2026: R$ 14.613Yamaha Crosser 150, agosto de 2026: R$ 14.573 R$ 14,9 milR$ 13,3 milR$ 15,5 milR$ 14,6 mil set/25jan/26mai/26ago/26
Honda CG 160Yamaha Factor 150Honda NXR Bros 160Yamaha Crosser 150
Ver os valores mês a mês
MêsHonda CG 160Yamaha Factor 150Honda NXR Bros 160Yamaha Crosser 150
agosto de 2026R$ 14.913R$ 13.312R$ 15.470R$ 14.573
julho de 2026R$ 14.746R$ 13.533R$ 15.636R$ 14.613
junho de 2026R$ 14.896R$ 13.548R$ 15.801R$ 14.541
maio de 2026R$ 14.755R$ 13.632R$ 15.681R$ 14.551
abril de 2026R$ 14.609R$ 13.503R$ 15.558R$ 14.739
março de 2026R$ 14.701R$ 13.320R$ 15.819R$ 14.755
fevereiro de 2026R$ 14.558R$ 13.516R$ 15.965R$ 14.892
janeiro de 2026R$ 14.631R$ 13.703R$ 15.878R$ 14.941
dezembro de 2025R$ 14.744R$ 13.549R$ 15.956R$ 15.236
novembro de 2025R$ 14.831R$ 13.618R$ 15.920R$ 15.387
outubro de 2025R$ 14.828R$ 13.413R$ 15.926R$ 15.382
setembro de 2025R$ 14.722R$ 13.464R$ 15.934R$ 15.226

Fonte: tabela FIPE (veiculos.fipe.org.br), valores de setembro de 2025 a agosto de 2026, guardados pelo Radar. Cesta de 22 pares de versão e ano na Honda CG 160, 14 pares de versão e ano na Yamaha Factor 150, 17 pares de versão e ano na Honda NXR Bros 160, 23 pares de versão e ano na Yamaha Crosser 150. A variação é a mediana das variações de cada par.

Quanto rende trabalhar de moto por aplicativo?

Em 2025 (3º trimestre), o IBGE contou 405 mil motociclistas trabalhando por aplicativo, 34,4% dos 1.179 mil condutores de moto do país. Eles rendiam R$ 11,4 por hora, em média, contra R$ 10,1 dos demais motociclistas, e trabalhavam 44,9 horas por semana, contra 41,1.

Condutores de moto no trabalho principal, PNAD Contínua 2025 (3º trimestre).
IndicadorPor aplicativoDemais motociclistas
Pessoas405 mil774 mil
Rendimento médio por mêsR$ 2.221R$ 1.802
Horas por semana44,941,1
Rendimento médio por horaR$ 11,4R$ 10,1
Contribuem para a Previdência19,4%37,1%

Quantos entregadores trabalham por aplicativo?

Os entregadores por aplicativo no trabalho principal passaram de 237 mil em 2022 para 325 mil em 2025, alta de 37,1%. O gráfico usa as três edições que o IBGE publicou com esse recorte.

  1. 2022
    237 milentregadores por aplicativo
  2. 2024
    274 milentregadores por aplicativo
  3. 2025
    325 milentregadores por aplicativo

É rendimento do trabalho, e o informativo do IBGE não abre quanto dele foi gasto com combustível e manutenção. Fonte: IBGE, PNAD Contínua: Trabalho por meio de plataformas digitais 2025, publicado em setembro de 2026; resultados experimentais.

Quanto custa rodar de moto?

Com a gasolina comum a R$ 6,55 o litro, média do Brasil na semana de 20/09 a 26/09/2026 segundo a ANP (4.480 postos pesquisados), o combustível custa de R$ 0,15 a R$ 0,22 por km, conforme a moto faça 45 ou 30 km por litro. Os consumos da tabela são hipóteses de conta. O Radar não achou fonte oficial aberta com o consumo de cada modelo.

Custo de combustível por consumo, com o litro a R$ 6,55.
ConsumoCombustível por kmPor 1.000 km
30 km por litro R$ 0,22 R$ 218,33
35 km por litro R$ 0,19 R$ 187,14
40 km por litro R$ 0,16 R$ 163,75
45 km por litro R$ 0,15 R$ 145,56

O combustível é só uma parte do custo do mês. Com o seu consumo, os seus km, a manutenção e a parcela, a calculadora do entregador mostra quanto sobra.

Fonte: ANP, levantamento semanal de preços de combustíveis, gasolina comum, preço médio de revenda, semana de 20/09 a 26/09/2026.

Quais modelos os entregadores compram?

A Honda CG 160 lidera com folga: 355.794 emplacamentos de janeiro a agosto de 2026, 57,0% da categoria Street na Fenabrave. Os quatro modelos do recorte somam 559.110 emplacamentos, 35,4% das 1.578.909 motos emplacadas no país no período, que cresceram 12,1% sobre o mesmo período de 2025.

Emplacamentos de janeiro a agosto de 2026 Fenabrave, Ed. 284
  1. Honda CG 160Street, registro HONDA/CG 160
    355.79448.053 em agosto
  2. Honda NXR Bros 160Trail, registro HONDA/NXR160
    131.52616.270 em agosto
  3. Yamaha Factor 150Street, registro YAMAHA/YBR 150
    52.0746.992 em agosto
  4. Yamaha Crosser 150Trail, registro YAMAHA/CROSSER 150
    19.7163.483 em agosto
Emplacamentos (Fenabrave, edição 284) e anúncios válidos (Radar, 26/09/2026) de cada modelo.
ModeloAgostoJaneiro a agostoParte da categoriaAnúncios no Radar
Honda CG 160 48.053 355.794 57,0% 3.330
Honda NXR Bros 160 16.270 131.526 43,2% 2.585
Yamaha Factor 150 6.992 52.074 8,3% 1.569
Yamaha Crosser 150 3.483 19.716 6,5% 1.546

Emplacamento mede moto nova registrada, e o anúncio mede moto usada à venda: são populações diferentes, por isso ficam lado a lado e nunca somados. A Fenabrave registra a Factor 150 como YBR 150. Fonte: Fenabrave, Informativo de Emplacamentos, Ed. 284 (agosto de 2026).

Em que estados há mais moto de trabalho à venda?

São Paulo tem 20,2% dos anúncios válidos, seguido de Minas Gerais (14,1%) e Espírito Santo (10,9%). Os dez maiores juntam 79,4% da oferta anunciada. O preço mediano varia pouco entre eles, de R$ 15,9 mil a R$ 17,9 mil.

Os dez estados com mais anúncios válidos na varredura de 26/09/2026.
EstadoAnúncios válidosParte do totalPreço medianoKm mediano
São Paulo 1.823 20,2% R$ 16,5 mil 37,7 mil km
Minas Gerais 1.276 14,1% R$ 16,9 mil 34 mil km
Espírito Santo 982 10,9% R$ 17 mil 42,3 mil km
Rio de Janeiro 739 8,2% R$ 16,5 mil 37 mil km
Ceará 555 6,1% R$ 17,9 mil 46,5 mil km
Santa Catarina 387 4,3% R$ 16,9 mil 38 mil km
Paraná 383 4,2% R$ 17 mil 28,6 mil km
Goiás 362 4,0% R$ 15,9 mil 38,1 mil km
Bahia 354 3,9% R$ 16,8 mil 39,5 mil km
Pernambuco 312 3,5% R$ 17 mil 40 mil km

Onde há mais anúncio mostra onde a oferta está, e a oferta segue a população e a frota. Não mede onde a moto é mais procurada. Estados com menos de 30 anúncios ficam fora da tabela.

O que os dados dizem, em resumo?

  1. Metade das 9.030 motos de trabalho anunciadas pede até R$ 16,9 mil e tem até 38 mil km; o ano-modelo do meio é 2023. O anúncio do meio pede 101,2% da tabela FIPE.
  2. A tabela FIPE destes modelos quase não se mexeu em 12 meses: a variação mediana de cada modelo vai de -0,5% (Honda CG 160) a -3,6% (Yamaha Crosser 150), numa cesta fixa de versões e anos.
  3. Um motociclista de aplicativo rende R$ 11,4 por hora, em média, contra R$ 10,1 dos demais motociclistas, e trabalha 44,9 horas por semana (IBGE, 2025). Os entregadores por aplicativo passaram de 237 mil em 2022 para 325 mil em 2025.
  4. A Honda CG 160 sozinha soma 355.794 emplacamentos de janeiro a agosto de 2026, 57,0% da categoria Street; os quatro modelos juntos são 35,4% de todas as motos emplacadas no Brasil no período (Fenabrave).
  5. Com a gasolina comum a R$ 6,55 o litro (ANP, semana de 20/09 a 26/09/2026), o combustível custa de R$ 0,15 a R$ 0,22 por km numa moto que faça de 45 a 30 km por litro.

Os três primeiros achados são do Radar e do IBGE, o quarto é da Fenabrave e o último da ANP. Nenhum deles prevê quanto você vai ganhar: a sua sobra depende do seu consumo, dos seus km e do que você paga de manutenção e parcela, e é isso que a calculadora do entregador calcula.

O que significam os termos desta página?

Mediana
O valor do meio: metade dos anúncios pede mais e metade pede menos. O Radar usa mediana, nunca média, porque um anúncio absurdo não puxa o número.
Preço pedido
O preço escrito no anúncio. O preço de venda costuma sair menor depois da negociação.
FIPE
Tabela de preço de referência de veículos da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. É referência de revenda à vista, não avaliação da moto que está na sua frente.
Cesta fixa
Conjunto de versões e anos que tem valor na FIPE em todos os meses do gráfico. Serve para a linha mostrar a variação do preço e não a troca de modelos.
Plataformizado
Termo do IBGE para quem trabalha, total ou parcialmente, por meio de aplicativo ou plataforma digital de serviços.
Emplacamento
Registro de moto nova no órgão de trânsito. A Fenabrave soma os emplacamentos de cada mês.

Leia também

Perguntas frequentes sobre a moto de trabalho

Qual a melhor moto para trabalhar de entrega?

O Radar não elege uma melhor, porque depende de orçamento e de onde você roda. O que os dados mostram: a Honda CG 160 é a mais emplacada e a mais anunciada (3.330 anúncios válidos), o que facilita comparar preço e achar peça; a Yamaha Factor 150 tem o menor preço mediano pedido, R$ 14,5 mil; e a Honda NXR Bros 160 o maior, R$ 19,4 mil.

Ver as motos de trabalho abaixo da FIPE

Vale a pena comprar moto para trabalhar com aplicativo?

Depende da sua conta, e a calculadora faz a conta com os seus números. Dois dados ajudam: o IBGE mediu R$ 11,4 por hora de rendimento médio entre motociclistas de aplicativo em 2025, e a tabela FIPE destes modelos variou pouco em 12 meses, de -0,5% a -3,6%, então o dinheiro parado na moto perdeu pouco valor de tabela. O combustível, a manutenção e a parcela é que decidem quanto sobra.

Calcular quanto sobra por mês

Quanto ganha um entregador de moto por hora?

Na PNAD Contínua de 2025, o rendimento médio dos motociclistas que trabalham por aplicativo foi de R$ 11,4 por hora, com 44,9 horas por semana e R$ 2.221 por mês. O número cobre todos os condutores de moto por aplicativo, não só os de entrega de comida, e é rendimento do trabalho: o informativo não abre quanto dele foi gasto com combustível e manutenção.

Quanto custa uma moto de trabalho usada?

Na varredura de 26/09/2026, o preço pedido mediano foi R$ 16,9 mil em 9.030 anúncios de CG 160, NXR Bros 160, Factor 150 e Crosser 150. O preço cai com a idade: a moto 2026 pede R$ 21,9 mil na mediana e a 2014, R$ 11,4 mil. Preço pedido não é preço de venda.

Que motos o panorama considera de trabalho?

CG 160, NXR Bros 160, Factor 150 e Crosser 150: motos street e trail de 150 a 160 cc do catálogo do Radar, as que mais aparecem em entrega e serviço de rua. Biz 125, Pop 110 e scooters ficam de fora. A escolha é do recorte, não uma lista oficial de motos de entrega.

Com que frequência esta página muda?

Os anúncios e a tabela FIPE são refeitos a cada varredura semanal do Radar, e a data no topo, 26/09/2026, é a da última. O preço da gasolina é o da última semana publicada pela ANP. O rendimento do IBGE é anual (PNAD Contínua 2025) e os emplacamentos são a edição mensal da Fenabrave (Ed. 284, agosto de 2026); cada bloco diz de quando é.

O Radar confirma que as motos anunciadas estão à venda?

Não. O Radar viu o anúncio na última varredura e mostra o que está escrito nele, sem consultar placa nem chassi. O número de anúncios mede a oferta anunciada, e não quantas motos são vendidas.

Vai comprar uma moto para trabalhar?

Veja os anúncios de CG 160, Factor 150, Bros 160 e Crosser 150 até R$ 15 mil que pedem menos que a tabela FIPE, com a data da varredura.

Ver motos de trabalho abaixo da FIPE

Atualizado em 26/09/2026. O Radar de Motos não vende moto: cada anúncio leva ao portal onde foi publicado, e a tabela FIPE é só referência de preço. Renda, emplacamentos e gasolina são de IBGE, Fenabrave e ANP, com a edição de cada um escrita ao lado do número.

De onde vêm os números. Anúncios do Radar, tabela FIPE, IBGE, Fenabrave e ANP. Preço, km e ano são mediana.

Anúncios: motos street e trail de 150 a 160 cc do catálogo do Radar (CG 160, NXR Bros 160, Factor 150 e Crosser 150), anúncios ativos e únicos dos principais portais, sem o teto de preço da lista abaixo da FIPE (aqui entram até R$ 40 mil para que a mediana não saia cortada). Na varredura de 26/09/2026 havia 10.855 anúncios no recorte e 9.030 válidos. A FIPE de cada anúncio é a de setembro de 2026, pelo modelo e pelo ano-modelo (veiculos.fipe.org.br).

Filtros de sanidade, na ordem em que descartam: marcado como suspeito pelo Radar (884); sem FIPE, ano, cidade ou link (236); km fora de 500 a 150.000 (403); título com aluguel, troca, leilão, sinistro, sucata, peça, documento pendente, financiamento a assumir, parcela, repasse ou consórcio (235); ano no título diferente do cadastro (14); km acima de 45.000 por ano de uso (28); preço abaixo de 60% da FIPE (25).

Série da FIPE: valores mensais da tabela FIPE de setembro de 2025 a agosto de 2026, guardados pelo Radar. A linha de cada modelo é a mediana sobre uma cesta fixa de pares de versão e ano que têm valor em todos os meses; a variação é a mediana das variações de cada par.

Renda: IBGE, PNAD Contínua: Trabalho por meio de plataformas digitais 2025, terceiro trimestre de 2025, condutores de motocicleta no trabalho principal, exclusive empregados do setor público e militares; resultados experimentais do IBGE. Emplacamentos: Fenabrave, Informativo de Emplacamentos, Ed. 284 (agosto de 2026), modelos mais emplacados no acumulado até agosto de 2026 e resumo mensal. O relatório por modelo da Abraciclo exige cadastro e não foi usado.

Gasolina: ANP, levantamento semanal de preços de combustíveis, gasolina comum, preço médio de revenda, semana de 20/09 a 26/09/2026. Consumo por modelo não entra: o Radar não achou fonte oficial aberta para as quatro motos.

O preço pedido não é o preço de venda, a FIPE é referência de revenda à vista, e o Radar não consulta placa nem chassi nem confirma que o anúncio continua no ar. Preço, km e ano são mediana, nunca média.